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Tratamento de estrias

As hipóteses sobre o mecanismo do aparecimento das estrias são de uma ruptura do tecido elástico após uma tensão mecânica importante.

As estrias apresentam-se como marcas na pele, paralelas de um ou vários centímetros de comprimento, com epiderme fina e deprimida, de cor brancas (estrias antigas) ou rosadas (estrias recentes) . Ocorrem geralmente na puberdade, durante a gravidez, ou durante certos disfuncionamentos metabólicos ou endócrinos (obesidade, emagrecimento demasiado rápido, hiperfuncionamento das glândulas suprarenais,tratamentos através de cortisona).

A classificação das estrias pode ser feita numa escala de 1 a 5, que vai do ligeiro traço fino na pele (nível 1 e 2) às marcas de largura até 1mm (nível 3) , sendo os níveis 4 e 5 os de uma pele com grandes estrias superiores a 2 mm e aspecto central enrugado com aspecto de escada visível.

As últimas teorias põem em luz uma verdadeira patologia do fibroblasto. Este é uma célula presente na derme, que assegura a síntese das fibras responsavéis pela resistencia e elasticidade da pele e do tecido hipodermico: os diferentes tipos de colagénio e élastina. Nesta teoria, o aparecimento de estrias é ligado a um aumento de concentração de uma hormona no corpo humano: o cortisol. Este bloqueia a proliferação e a ativação dos fibroblastos. Compreende-se assim que na adolescência e na gravidez, durante as quais a secrecão desta hormona é aumentada, sejam períodos com riscos para o aparecimento de estrias. Poderemos dizer o mesmo para o stress crónico.

Mas a tensão mecânica joga também um papel essencial sobre o fibroblasto, em especial pela inflamação que dai resulta. Orientamo-nos assim para uma origem mista das estrias. As tensões mecânicas conduzem mais facilmente a pele ao seu ponto de ruptura quando for fragilizada por fatores hormonais.

O resultado é uma ruptura dermica profunda. O tecido fibroso de apoio da derme e da hipoderme não resiste às tensões mecânicas e o fibroblasto não se encontra mais em estado de reconstituir as fibras de colagénio e élastina.

Esta curta exposição dos mecanismos de formação das estrias permite compreender que a melhoria das estrias passa por uma reactivação do fibroblasto, que vai de novo construir tecido dermico afim de substituir o que falta sob a estria. O progresso de síntese far-se-á partir dos bordos . A cada tratamento, pode-se esperar ganhar cerca de décimos de milímetros de derme e hipoderme de parte e outra da estria.

Em teoria, todos os tratamentos de agressão controlados da pele são capazes de induzir a uma activação dos fibroblastos através dos fenómenos de microcicatriação.

Na prática, finalizamos um protocolo, que traz uma eficácia significativa para as estrias finas e médias.

  • Carboxiterapia e Dermarolling

O tratamento é composto de 6 sessões de Carboxiterapia na zona a tratar, com 3 sessões de dermarolling intercaladas. O protocolo dura 6 semanas, com um ou dois tratamentos por semana. O custo é de 210+140= 350 eur para 9 tratamentos.

A carboxyterapia tem um efeito tensor cutâneo que é conhecido e bem documentado. O Dermarolling permite remodelar parcialmete a zona de junção estria-pele sã através dos mecanismos da inflamação e cicatrização

Não se deve esperar um desaparecimento total das estrias. Seria manter esperanças ilusórias. Contudo, pode-se esperar uma melhoria visível no aspeto e nas dimensões. É geralmente o suficiente para que as nossas pacientes se sintam melhor e mais confiantes.

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