Tinha prometido que a continuação da minha Gazeta primaveril era não iria demorar a aparecer, o que, em linguagem thalassiana, podia querer dizer duas semanas, dois meses, dois anos, ou nunca, em função das turbulências filosófico--psicológicas que fosse preciso atravessar entretanto. Aparentemente, o céu esteve límpido. A minha prosa não está muito atrasada. Não demais…