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Terapia com ondas acústicas: uma novidade nos tratamentos contra a celulite

Na celulite, a consequência visível são as irregularidade da superfície cutânea, com depressões que correspondem à fibrose, e partes salientes, inchadas pelo edema. Se quisermos melhorar este aspeto nada harmonioso, deveremos agir contra os diferentes mecanismos causadores dessa situação. Até agora, conseguíamos melhorar a micro-circulação e a diminuir a espessura do panículo adiposo com a mesoterapia. As técnicas de drenagem linfática e a endermologia permitiam lutar contra a componente edematosa. Mas ficávamos desarmados contra a fibrose e as múltiplas aderências que estão na origem da pele casca-de-laranja.

Um novo tratamento acaba de fazer a sua aparição, baseado no princípio das ondas de choque. Estas ondas de choque são ondas acústicas apresentando um nível de energia muito elevada, libertada num curto espaço de tempo. Elas são geradas por um aparelho médico específico. O tratamento propriamente dito é realizado por uma enfermeira. Ela utiliza uma peça na mão que aplica sobre a pele da paciente, e que transmite as ondas. Essas ondas irão agir sobre as estruturas mais rígidas da zona subcutânea, portanto sobre as zonas fibrosas principalmente. É o efeito mais importante e mais interessante, Além do mais, também assistimos a uma melhoria da drenagem e da micro-circulação, como todas as vezes que transmitimos energia às estruturas superficiais. Diversos estudos médicos mostraram uma melhoria evidente do aspeto da celulite, mas igualmente uma tonificação dos tecidos e um efeito tensor cutâneo. Não existe nada escrito em relação a qualquer efeito secundário notório. Pode ser associado com outros tratamentos tais como mesoterapia, fosfatidil colina, endermologia.

O protocolo será o seguinte: um tratamento com um espaço de 7 a 15 dias. A previsão aponta para uma média de 6 tratamentos.

Custo: 6 sessões 290 €

Resultados

Ondas de choque acústicas: resultados nos tratamentos contra a celulite

Podemos definir a celulite como sendo uma alteração funcional do tecido adiposo superficial. Ela associa uma micro-circulação sanguinha alterada (provocando uma oxigenação deficiente dos tecidos e uma inflamação crónica por falta de drenagens dos resíduos do metabolismo celular) , uma fibrose cicatricial retráctil responsável pela casca-de-laranja , e um edema linfático crónico. Muitas das vezes,, a causa principal é um aumento da espessura e da densidade do tecido adiposo superficial. Isto provoca uma compressão dos vasos sanguinhos e linfáticos, e o círculo vicioso da celulite instala-se.

A pele casca-de-laranja é a consequência de dois fenómenos que empurram a superfície cutânea para sentidos contrários: os pilares de fibrose cicatricial puxam a pele para as profundezas, o edema, ao contrário, tem tendência para provocar inchaço.

A consequência é visível na irregularidade da superfície cutânea, com depressões que correspondem à fibrose, e partes salientes, inchadas pelo edema.

Se quisermos melhorar este aspeto nada harmonioso, deveremos agir contra os diferentes mecanismos causadores dessa situação.

Até agora, conseguíamos melhorar a micro-circulação e a diminuir a espessura do panículo adiposo com a mesoterapia. As técnicas de drenagem linfática e a endermologia permitiam lutar contra a componente edematosa. Mas ficávamos desarmados contra a fibrose e as múltiplas aderências que estão na origem da pele casca-de-laranja.

Um novo tratamento acaba de fazer a sua aparição, baseado no princípio das ondas de choque.

Estas ondas de choque são ondas acústicas apresentando um nível de energia muito elevada, libertada num curto espaço de tempo. Elas são geradas por um aparelho médico específico. O tratamento propriamente dito é realizado por uma enfermeira. Ela utiliza uma peça na mão que aplica sobre a pele da paciente, e que transmite as ondas. Essas ondas irão agir sobre as estruturas mais rígidas da zona subcutânea, portanto sobre as zonas fibrosas principalmente. É o efeito mais importante e mais interessante, Além do mais, também assistimos a uma melhoria da drenagem e da micro-circulação, como todas as vezes que transmitimos energia às estruturas superficiais.

Diversos estudos médicos mostraram uma melhoria evidente do aspeto da celulite, mas igualmente uma tonificação dos tecidos e um efeito tensor cutâneo. Não existe nada escrito em relação a qualquer efeito secundário notório.

O protocolo será o seguinte: um tratamento com um espaço de 7 a 15 dias. A previsão aponta para uma média de 6 tratamentos.